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Escala de guias turísticos: a semana inteira de relance

A escala é a fotografia da semana: que serviços há, a que horas, com que guia e em que estado. Se estiver bem feita, vê os serviços sem guia antes de serem um problema. Se não, fica a saber pelo operador.

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A vista semanal do calendário do Partners, com uma cor por estado e os serviços sem guia assinalados.

O que tem de ter uma boa escala

Uma escala de guias não é uma lista de nomes por dia. Para servir para decidir, cada serviço precisa de uma informação mínima visível sem abrir mais nada:

  • Hora de início e de fim, e a hora de entrada no monumento, se existir.
  • Operador e referência, para saber de que grupo se fala.
  • PAX e idioma, que decidem que guia serve.
  • Guia ou guias atribuídos, com a respetiva confirmação.
  • Estado: pendente, aceite, modificado, cancelado ou finalizado.
  • Ponto de encontro, sobretudo se muda conforme o dia.

Os serviços sem guia, a primeira coisa a ver

A escala serve sobretudo para uma coisa: que nenhum serviço chegue ao dia sem guia confirmado. Por isso as falhas têm de saltar à vista, a vermelho ou com um padrão diferente, e não esconder-se numa célula vazia entre outras cem.

O segundo risco são as sobreposições. Um guia pode fazer dois serviços no mesmo dia se o horário e a deslocação o permitirem, mas tem de se ver na escala, e não descobrir quando chega atrasado ao segundo grupo. Se já lhe aconteceu, reveja os critérios de atribuição de guias.

Semana para planear, dia para executar

Cada vista responde a uma pergunta diferente. A semana é a que usa para planear e distribuir o trabalho. O dia é a da manhã do serviço: quem sai, a que horas e de onde. O mês dá a carga da época, e a lista serve para rever e exportar.

Além disso, a escala tem dois públicos. O escritório precisa de ver toda a equipa; cada guia só precisa do seu calendário, sempre atualizado. Enviar capturas de ecrã pelo WhatsApp sempre que algo muda é precisamente o que faz a escala deixar de ser fiável, porque a captura de ontem já não vale hoje.

Escala em Excel: como fazer e onde fica aquém

Muitas agências começam com um Excel, e está bem. Uma linha por serviço com data, horas, operador, PAX, idioma, guia e estado, e filtros por data e por guia, já é uma escala utilizável. Tem-na montada no nosso modelo Excel de escala de guias, com os estados numa lista e os serviços sem guia a vermelho.

Onde fica aquém: a folha não se atualiza sozinha quando o guia confirma, não avisa ninguém de uma alteração e, se duas pessoas a editarem ao mesmo tempo, acaba com duas versões. Cada mudança passa por copiar, colar e enviar uma mensagem, e a escala só é tão fiável como a última pessoa que lhe mexeu.

A escala na época alta

Entre abril e outubro, com escalas de cruzeiros, visitas de estudo e operadores turísticos ao mesmo tempo, a escala deixa de ser uma ferramenta de consulta e passa a ser a sala de controlo. Aí notam-se três coisas: a rapidez com que vê uma falha, a rapidez com que o guia sabe de uma alteração e a facilidade de distribuir o trabalho sem sobrecarregar sempre os mesmos.

Ajuda revê-la à mesma hora todos os dias, por exemplo ao fim da tarde para o dia seguinte, e não dar a semana por fechada enquanto houver um serviço Pendente. Se a sua agência trabalha com excursões de cruzeiros, onde muitos grupos chegam ao mesmo tempo, essa revisão diária faz a diferença.

A escala no Partners

No Partners a escala não se mantém: preenche-se sozinha. Cada pedido que cria e cada guia que atribui aparece no calendário da agência, com vistas de mês, semana, dia e lista e uma cor por estado. O que ainda não tem guia vê-se antes de ser tarde.

Cada guia entra no seu portal gratuito e vê apenas os seus serviços, com a hora, o ponto de encontro e as entradas. Quando altera alguma coisa, o serviço passa a Modificado e o guia é avisado por email, por isso ninguém trabalha com uma captura antiga.

Se gere monumentos, museus ou percursos com a sua própria equipa, veja como encaixa numa empresa de visitas guiadas, ou reveja as restantes funcionalidades.

Revisto a 20 de outubro de 2026

O que as agências nos perguntam

Se a sua dúvida não está aqui, escreva-nos por WhatsApp e respondemos no mesmo dia, em espanhol ou em inglês.

O que é uma escala de guias turísticos?

É o planeamento dos serviços da agência por dias e horas, com o guia atribuído a cada um e o seu estado. Serve para distribuir o trabalho e detetar a tempo os serviços sem guia ou as sobreposições.

Como faço uma escala de guias em Excel?

Com uma linha por serviço e colunas de data, hora de início e de fim, referência, operador, visita, PAX, idioma, ponto de encontro, guia, estado e tarifa. Acrescente filtros por data e por guia, e marque a vermelho os serviços sem guia. O nosso modelo gratuito já vem assim.

Os guias podem ver a sua escala?

No Partners sim: cada guia vê o seu calendário no portal gratuito, no telemóvel ou no computador, e recebe um email quando lhe é atribuído um serviço ou algo muda.

É possível ver a escala por mês ou por dia?

Sim. O calendário do Partners tem vista de mês, semana, dia e lista, com uma cor por estado do serviço.

Com que frequência se deve rever a escala?

O habitual é revê-la todas as tardes para o dia seguinte e uma vez por semana para a semana seguinte. O importante é não deixar serviços Pendentes sem seguimento, porque são os que acabam sem guia.

Quanto custa o Partners?

É grátis até 5 guias. As 25 primeiras agências têm o plano Pro, até 50 guias, a 49 €/mês com o preço bloqueado enquanto mantiverem a subscrição, e começam com 30 dias de teste sem cartão. Depois, o Pro custa 79 €/mês e o Business 149 €/mês. Os guias não pagam nada.

por mês, IVA não incluído

25 lugares de fundador

49 € por mês, e não sobe

As 25 primeiras agências que entrarem no Partners pagam 49 €/mês pelo plano Pro, em vez de 79 €. Esse preço fica fixo enquanto mantiver a subscrição.

  • Todo o plano Pro: até 50 guias, pedidos, calendário, chat e faturas.
  • 30 dias de teste com os seus serviços reais, sem cartão.
  • Migração do seu Excel incluída, connosco ao lado.
  • Preço bloqueado enquanto mantiver a subscrição, sem fidelização.

O preço de fundador mantém-se enquanto a subscrição estiver ativa. Se a cancelar e voltar mais tarde, aplica-se a tarifa em vigor.

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